Oi 2015! Voltei!

Oi 2015! Voltei!

Cá estou de volta ao meu aconchego… Senti falta de escrever coisas aqui, mas ultimamente não tenho me inspirado tanto. Pelo menos até agora e é incrível o que certas conversas podem realizar. O ano de 2015 já se encontra no meio e nada falei sobre ele, nada disse sobre o quão feliz ele está sendo. Apesar das coisas ruins que aconteceram nos primeiros meses, esse ano está sendo o ano das novas descobertas, das novas amizades e da união de outras.

Aaah, 2015… No meu último texto eu tinha pedido que esse ano fosse cheio de coisas boas, que eu pudesse aproveitar o máximo dele e correr atrás do “prejuízo”, mas eu não sabia que ele viria tão recheado assim! Uau!😛 Mesmo sendo um bom ano pra mim, eu duvidei de mim mesma, do que eu sou capaz de fazer e duvidei se um dia eu seria aquela menina de 2010. Descobri que posso estar me tornando uma versão mais bem trabalhada da versão 2010, posso dizer também que tenho mais arrependimentos pelos anos passados do que eu possa aguentar. Ainda não me conformo com o que me tornei antigamente, com o que me deixei ser… Como pode isso? Mas sei que tem um propósito, uma razão muito boa.

O que eu vivo e vivi esse ano são coisas que eu sempre quis fazer, que eu sempre quis ter alguém pra me acompanhar. E foi ai que descobri que não preciso (não agora) de alguém, mas sim da minha família e meus amigos, os quais me deram uma carga de sabedoria e experiências que eu nunca vou poder retribuir à altura.

É, mas 2015 não está sendo fácil em outros aspectos. Como por exemplo, será que escolhi o caminho certo? Será que vou me achar no final dessa jornada? Ou vou simplesmente completar essa jornada e começar outra totalmente diferente mais uma vez? Às vezes penso que encontrei o meu lugar ao sol, às vezes penso que estou tão perdida quanto no ano passado. Caramba como isso é chato! ¬¬” E fica pior quando você vê que as pessoas ao seu redor já estão nos seus caminhos e você estancada na estrada.

Seria tão mais simples se eu amasse tanto a programação de computadores como eu amo os bichos. Seria bem mais fácil. Sinto que as pessoas não tem um bom olhar sobre a pessoa/profissional que eu sou ou vou ser, sinto que elas olham pra mim e veem uma pessoa totalmente perdida no tempo, somente vagando entre uma área e outra e não ficando em nenhuma delas. Não sinto aquele orgulho vindo das pessoas quanto ao que eu escolhi estudar (talvez erroneamente), só comprovando mais uma vez que eu estou mais perdida do que nunca. Já estou prestes a completar 24 anos, já me acho velha pra começar um curso de 5 anos e talvez eu esteja ou talvez não. Queria ter uma bolinha de cristal só pra saber se eu vou encontrar o meu caminho e essa seria a única dúvida que eu desejaria sanar, porque isso me mata mais do que qualquer outra coisa.

Ufa! Acho que escrevi tudo que queria e cá estou eu de volta.

PaulinhaB.

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